PAULO FLORES JUNIOR

O violão, como para muitos, foi o seu grande companheiro e aliado na infância e adolescência. Começou a tocar em dupla com seu amigo do peito e vizinho, Carlos Alberto Kirmayr (expressivo tenista brasileiro) em escolas e colégios do bairro, onde os dois se apresentaram como cantores de músicas caipiras. Freqüentemente, gostavam de ir ao centro da cidade de são Paulo e visitar lojas de instrumentos musicais, quando , então iniciaram, Carlos Alberto na bateria e Paulo no contra baixo, muito inspirados, também no conjunto de bossa nova do irmão de Carlos Alberto, o músico Eduardo Kirmayr.
Paulo Flores, Carlos Kirmayr e o amigo e colega de classe Reynaldo Pugliese (guitarra base) começaram, por volta de 1962/1963 a ensaiarem na garagem da casa de Carlos Alberto, ou nas casas dos outros dois, já influenciados pelos Beatles , Rolling Stones, Animals, Dave Clark Five, Beach Boys, posteriormente a Jovem Guarda.

Em 1963 conhecem os artistas de televisão Ricardo Corte Real e Jú Corte real, que passam a estudar juntos e após exaustivos testes, conseguem ingressar no grupo, nascendo, assim, “Os Pulguentos”, nome sugerido pelo grande comediante e apresentador Renato Corte Real (pai de Ricardo e Jú) que representou, ainda, o papel de produtor, diretor, orientador musical, amigo etc,etc.... levando “Os Pulguentos” aos palcos , pelo interior de São Paulo em shows beneficentes e em grandes programas de TV da época, como “Brotos 66”, “A Família Trapo”, “Corte Rayol Show”, entre outros.
Com a evolução natural, e influências pesadas o conjunto se apresenta como “Pais da Aviação” e “Sócrates Blues Soul”. Com a dedicação de Carlos Kirmayr ao tênis mundial, o conjunto ganha outros bateristas, que foram André Buck e Guido. Uma das últimas apresentações foi no baile de calouros da Faculdade de Medicina de Santos em 1971 onde Paulo Flores era primeiro anista.

Já em 1996, vinte e cinco anos depois, Corte Real convoca o amigo e compadre Paulo Flores para compor a Banda “Trimbo Zio”, com o amigo de infância José Gaspar de Oliveira Ramos, excelente cantor, backing vocal, percussionista e baterista dos bons.
Posteriormente ganha seu maior reforço, o flautista, tecladista e maestro Christian Kirmayr filho de Eduardo e sobrinho de Carlos Alberto Kirmayr (amigos do início da vida musical). A Banda cresce em qualidade e passa a se chamar Blues 4 Fun.

A opinião do médico

Paulo Flores Junior, além de músico é médico clínico geral e cardiologista, atuando durante muitos anos na oxigenioterapia hiperbárica, geriatria e administração de Planos de Saúde.
Por vinte anos consecutivos, foi médico em postos de saúde da prefeitura de São Paulo e Hospitais da Zona leste. Desenvolveu, também um sistema de visitação médica domiciliar para pacientes seqüelados e de idade avançada, ajudando, assim, a restaurar o conhecido e eficiente médico de família.
Atualmente exerce a medicina em clínica privada, a clínica médica Astarte, uma das mais conceituadas da zona leste, localizada na vila Carrão (Rua Astarte nº 100 – tel.: 6781 5670), de seus amigos, também médicos, doutores Miguel Carlos Seba e José Luis Granieri.
O atendimento à classe mais favorecida é o grande desafio da saúde pública, já na porta de entrada destes serviços.
Fica bem claro , que a questão fundamental não é a construção de prédios novos, aquisição de tecnologia de ponta e sim pessoas para atenderem pessoas, o bem receber, o atendimento com carinho, com presença, com amor, com dedicação total ao paciente. O usuário de uma unidade de saúde não precisa necessariamente passar pela consulta médico, mas com certeza será atendido por uma equipe de saúde, composta por muitos profissionais, além do médico e muitas vezes até sem o atendimento deste.
É preciso mudar a concepção de recepção e atendimento nos serviços saúde. O pronto atendimento não deve ser só médico, mas multidisciplinar (enfermeira, assistente social, fonoaudióloga, educadora, auxiliar, todos na função de acolher o paciente, ouvir suas necessidades e equacionar seu problema. O atendimento deve ser agendado para no máximo quinze dias e não agendado (sem significar pronto socorro) no dia da procura. Deve ser ligado obrigatoriamente com a equipe multidisciplinar.que fará a qualificação do caso. Nos hospitais, esquema análogo poderá ser construído e desenvolvido. O clínico geral deverá ser o médico principal em 90% dos casos e não o especialista.

Nas atividades esportivas este contrabaixista gosta muito de xadrez e desenvolveu-se no karate-do chegando a faixa de 2º grau no estilo Shorin- ryu.
A prática esportiva é fundamental para a saúde física e mental, e o karate-do é completo, afirma Paulo, que teve como seus mestres, sensei Duarte, sensei Sergio Yanaguisawa, sensei Arcílio, sensei Souza e os grandes colegas de academia Nobuo Ando Yokanes Frieberg e Marcio Marques de Oliveira.

O contra-baixista na política

Na política pertence ao PRONA (Partido de Re-edificação da Ordem Nacional) fundado pelo seu professor de cardiologia Dr. Enéas Ferreira Carneiro, em 1989, que defende um estado forte, um extremo cuidado com o sistema financeiro internacional, combate ferrenho ao plano diabólico internacional, que visa destruir a nossa nação através de descrédito em tudo, através da redução de salários, através da perda da auto-estima, através da desmoralização das forças armadas, através de um genocídio (fome, desnutrição, doenças, outros tantos abaixo da linha da pobreza, aumento do desemprego, aumento das pessoas nas ruas principalmente crianças), através de um controle da natalidade desumano, através da destruição do patriotismo, através da normalização do consumo de drogas, através da geração de conflitos internos, e por fim, através da desvalorização de todas as formas de trabalho produtivo, a favor de todos os tipos de especulação, levando progressivamente a nação à ruína.
Acabar com a farsa do Real, pois a inflação brasileira não é de demanda de consumo, e sim de custos.
Trabalhar pelo nosso verdadeiro FUTURO.

A nação brasileira está sendo dessangrada, escolas caindo aos pedaços, hospitais apodrecendo, nosso povo morrendo de fome, e um grande esforço deve ser feito, neste momento em prol da unidade e da salvação nacional.
É hora de unir todos nós, cidadãos comuns da nossa terra, que estivemos até agora observando a história.
Vamos nós mesmos fazer a nossa história, vamos nos unir, portanto rua com rua, bairro com bairro, cidade com cidade, estado com estado, todos falando a mesma língua, a língua de uma grande nação próspera e rica, que será a maior nação do mundo no século XXI.
É preciso mudar toda a concepção política atual, a fim de que se possa revigorara, fortalecer, engrandecer e salvar nossa Pátria.

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